Nossa leitura do quadro atual pela disputa para a Câmara de Vereadores de Ibiraçu está apresentando algumas possibilidades muito interessantes. Salvo engano, a juventude de Ibiraçu, inclusive os adolescentes de 16 a 18 anos que já votam, está querendo eleger um representante. As mulheres de Ibiraçu, parece que descobriram que necessitam terem uma voz para representá-las na Casa de Leis e assim quebrar o machismo que sempre aqui imperou, assim como a agricultura e o povo do interior também clamam por um representatividade, no caso desta última situação, principalmente depois do fechamento e demissão em massa de operários da FIESA, que denunciou a fraqueza do município de Ibiraçu para o setor industrial, restando-nos praticamente somente a agricultura.
Há ainda eleitores que relutam em conservarem alguns vereadores atuais, mesmo já conhecedores do resultado que eles produziram em seus mandatos e as poucas vantagens que trouxeram para Ibiraçu, alguns deles com mais de um mandato. Além desses fatores, a um grande número de evangélicos que se agruparam com a finalidade de eleger uma pessoa ligada as suas igrejas e que possa representá-los na Câmara.
Finalizando, há ainda a possibilidade de dois azarões obterem resultados positivos, dada a popularidade espontânea de alguns deles. Vamos aguardar outros desdobramentos. A candidata Viviane Barbosa Sfalsin em quem decidimos votar, além de ser praticamente a única representando da região de Santo Antônio, Morro Alto, Palmeiras, Piabas, Terras Frias e quilombo de São Pedro, representa a agricultura de Ibiraçu, o Distrito de Pendanga, as pessoas que moram no interior, e, acima de tudo, a mulher na política de Ibiraçu.
Portanto, tenho muita fé que as pessoas descubram que estamos votando em Viviane por tratar-se de um projeto para o setor agrícola que estamos querendo implantar em Ibiraçu a partir de 2013, principalmente se ela for vencedora neste pleito.
Vamos lutar, porque nós, que acreditamos em sua candidatura, não nos consideramos pessoas somente de teorias, críticas e promessas, mas acima de tudo da prática política, enfim, do TRABALHO, e NÃO DA INÉRCIA.
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