Aristóteles foi e permanecerá imortal, bem como um ótimo filósofo, um excelente intelectual e um político imaculável, mas ao mesmo tempo interiorizado de um enorme sentido dinâmico, de obrigação e de atuação, não deixou de discutir as verdades e as mentiras da vida. Cidadão, de modo universal foi um homem politicamente funcional, dentro do episódio público, e, sobretudo seu comportamento geral na participação política foi exatamente uma forma altamente benigna, ao contrário de hoje que vivemos verdadeiramente dentro de uma política com um alto grau de malignidade, ou seja, a doença já radicou, criou metástase, um problema sério, como diziam os antigos É DOENÇA RUIM! É óbvio e claro que há diversas formas de se exercer a cidadania, e inúmeras classes e tipos de cidadãos. Mas Aristóteles compreendeu que existe um litígio entre a democracia e a cidadania, e que a maneira mais adequada para sanar esse litígio implicaria em uma efetiva e essencial participação dos cidadãos. Esta ideia induz a uma única conclusão, mas plausivelmente válida: não se pode ser um cidadão correto, se não participar, a desculpa da falta de tempo ou até mesmo da omissão ou por meramente achar que política é para candidato, e que só se faz política em tempos eleitorais isso é um estrondo, política certa tem que ser feita todo dia. Não é deste modo, a política é nossa, do cidadão. E nem sequer o próprio cidadão, requer de diferentes virtudes, daqueles que nesse momento decisivo, detém por certo tempo o poder momentâneo. Quem lidera, deve ter como virtude EQUIDADE, CAUTELA, VIGILÂNCIA e SENSATEZ, a naturalidade que os cidadãos sejam tão capazes de estabelecer como de corresponder… Mas o que será mais perfeito: tomar parte ativamente na cidadania, ou se recolher na SUA PRÓPRIA vida privada? Porque em especial de qualquer feitio o que está em litígio nesse período é a vida política, conjugada com a vida privada. Uma vez que a prosperidade não depende do acúmulo de patrimônio, mas sim, o que realmente nos traz estima, ou seja, é a tradição, e a nossa própria astúcia, permitir que a nossa própria inteligência se aflore, é enfrentar os acontecimentos de maneira que se possam conquistar os objetivos e ajudar aqueles que de alguma forma não puderam, a prosperidade pública não difere da prosperidade privada. Afinal a boa política é feita de ideias e conceitos que são propagadas a categorias e classes sociais com o objetivo de conscientizar a população dos direitos e deveres, buscando prepará-los para o exercício da cidadania.
Cordiais saudações
Helena Maria Baroni (cidadã de Ibiraçu).
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