O governo da Presidente Dilma tem
feito esforços que vão das tripas ao coração para melhorar o desempenho da
economia brasileira. Reduziu juros, diminuiu impostos de alguns produtos, como
dos automóveis, além de outras medidas que beneficiam parte da população.
Contudo, o que está fazendo na verdade é beneficiar as classes média
e alta, porque a classe baixa não tem credito para
contrair empréstimos e muito menos adquirir um veículo.
Quando o governo faz alguma coisa para ajudar os humildes, como por exemplo, elevar um tiquinho o valor do projeto Bolsa Família, aí me vêm um bando de inconsequentes, avarentos e medíocres das classes sociais superiores meterem o pau, dizendo que o governo está engordando um monte de vagabundos.
Como que pode existir pessoas assim, ou seja, que pensam somente no seu bem estar, e que os demais se danem?
Para beneficiar as classes sociais com equidade, o governo deveria pensar em desonerar, não somente carros e motocicletas, mas também os impostos dos alimentos básicos consumidos pelas famílias da classe inferior, além de subsidiar o valor das bicicletas, para que as pessoas simples possam comprar uma e deixarem de andarem a pé nesse Brasil tão imenso. De lambuja, os excluídos socialmente dariam ainda para o País o pontapé inicial no combate ao desequilíbrio ambiental provocado pelos veículos automotores, por que bicicleta não polui e tem duas utilidades, tanto para se locomover, como para a própria saúde. Agregado, faça-se, através do Ministério do Transporte, ou até mesmo do Meio Ambiente, centenas de quilômetros de ciclovias, o que contribuirá para aquecer a economia e a indústria com mais empregos e renda e descongestionar os centros urbanos, entupidos de veículos que todos os dias estressam grande parte do povo brasileiro no trânsito, inclusive os pobres que pagam esse pato sem nada dever de dentro dos ônibus que ficam iguais enlatados de sardinhas. Para tanto, vai um lembrete, que não dê as obras das ciclovias para serem construídas por empresas da qualidade da Delta, o que seria suspeito desde o início e ainda mais estressante para todos e não somente os que estiverem dentro dos coletivos nas grandes cidades.
Quando o governo faz alguma coisa para ajudar os humildes, como por exemplo, elevar um tiquinho o valor do projeto Bolsa Família, aí me vêm um bando de inconsequentes, avarentos e medíocres das classes sociais superiores meterem o pau, dizendo que o governo está engordando um monte de vagabundos.
Como que pode existir pessoas assim, ou seja, que pensam somente no seu bem estar, e que os demais se danem?
Para beneficiar as classes sociais com equidade, o governo deveria pensar em desonerar, não somente carros e motocicletas, mas também os impostos dos alimentos básicos consumidos pelas famílias da classe inferior, além de subsidiar o valor das bicicletas, para que as pessoas simples possam comprar uma e deixarem de andarem a pé nesse Brasil tão imenso. De lambuja, os excluídos socialmente dariam ainda para o País o pontapé inicial no combate ao desequilíbrio ambiental provocado pelos veículos automotores, por que bicicleta não polui e tem duas utilidades, tanto para se locomover, como para a própria saúde. Agregado, faça-se, através do Ministério do Transporte, ou até mesmo do Meio Ambiente, centenas de quilômetros de ciclovias, o que contribuirá para aquecer a economia e a indústria com mais empregos e renda e descongestionar os centros urbanos, entupidos de veículos que todos os dias estressam grande parte do povo brasileiro no trânsito, inclusive os pobres que pagam esse pato sem nada dever de dentro dos ônibus que ficam iguais enlatados de sardinhas. Para tanto, vai um lembrete, que não dê as obras das ciclovias para serem construídas por empresas da qualidade da Delta, o que seria suspeito desde o início e ainda mais estressante para todos e não somente os que estiverem dentro dos coletivos nas grandes cidades.
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