Recentemente, conversando com dois amigos, um deles fez um comentário interessante. Essa geração, cujo nós três que conversávamos pertencemos, não se preocupou em formar lideranças políticas, exceto algumas raras. Depois refleti sobre o assunto, e acabei chegando a mesma conclusão. Os que lideram nossa política em todos os níveis são, em sua maioria, pessoas de gerações anteriores, ou então, algumas das gerações mais novas.
Em Ibiraçu, então, aí é que estamos carentes de seres humanos desta natureza. Esses valores normalmente são construídos sucessivamente, desde que, logicamente, haja interesse dos líderes que estão à frente. E isso não experimentamos aqui, por que os das gerações anteriores nunca se preocuparam em estruturar sucessores, pois, isto não parece lhes interessar. Quando fazem, sempre buscam uma hereditariedade intrínseca.
Os que relutam em ser, sofrem as dificuldades de todos os tipos de pressão, e as vezes chegam serem aviltados. Contudo, mesmo assim, alguns prosseguem, sem na verdade saberem aonde chegarão, dada a obscuridade que são criadas na busca dos seus respectivos caminhos.
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