Já que minha filha Lara gosta de surfar e a outra filha, Luíse, adora praias e natureza, assim como seus pais, no verão deste ano decidimos irmos em família a Itacaré, Bahia, a capital brasileira do surf, uma aldeia indigena, que no vocabulário Pataxó significa "Pedra Ruidosa", que simboliza as dezenas de cachoeiras que há no lugar, algumas que desaguam direto na praia.
Como pode-se observar, o lugar é sem dúvidas um verdadeiro paraíso brasileiro, que todos que podem financeiramente poderiam conhecê-lo. A dificuldade está somente na caristia, mas se não for orgulhoso e aceitar se hospedar um pouco mais distante das praias, os preços não ficam muito salgados.
Até 1998, o acesso ao paraíso era de estrada de chão e poucas pessoas conseguiam chegar, diante das dificludades que havia. Chegava-se também de helicóptero para hospedagens nos poucos resort que já estavam construído até aquela data.
Naquele mesmo ano, o então Senador Antônio Carlos Magalhães inaugurou a rodovia BA-001. A partir desta novidade, houve uma explosão no progresso do lugar, que atraiu centenas de investidores que construíram hoteis, pousadas, resort e restaurantes ao longo dos nove balneários existentes, dentre eles da Ribeira, Tiririca, Itacarezinho e da Concha.
A grande delícia de Itacaré é a Cioba frita com os tremperos baianos, o meu peixe preferido, mas de alto custo, infelizmente. Pelo menos para mim.
Vale a pena viajar em família ou com um grupo de amigos para conhecer esse santuário do surf brasileiro, visitado por muitas pessoas famosas, inclusive por Nicolas Sarkozy, o Presidente da França, e, também, por pessoas comuns.
O ex-jogador Romário adquiriu os melhores lugares da região para futuros loteamentos, segundo os populares de Itacaré.




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