As vezes sento-me em frente ao computador para ler algumas notícias, rever o IBIRA SUL, estudar, acertar alguns erros de português, ainda que outros desta forma prossigam. Normalmente não trago nada em mente para escrever aqui e as vezes para o jornal 'Folha do Litoral', mas me impulsiono com os artigos e opiniões que leio em outros veículos de comunicação, e também, acabo externando minhas opiniões.
Me sinto bem com as palavras fluindo sem serem interrompidas e postas espontaneamente para que as milhares de pessoas que nos leem todos os meses interpretem a minha forma de ver as coisas, pensar e agir. Assunto para redigir nós criamos momentaneamente, conforme ora se vê, por que para quem tem a facilidade de se expressar e escrever, consegue fazer um livro a partir de uma virgula ou de um grão de areia. Nunca iremos apelar, caso um dia o verbo nos ceife de sua fluência natural, porque se deste infortúnio estivéssemos sofrendo, estaríamos destruindo tudo de bom que escrevemos com o nosso próprio verbo, ainda que haja dentre eles os ruins, conforme visto por alguma coisa, porque essa é a denominação mais agradável que consegui achar para as pessoas que não tem coragem de se identificar, exatamente porque a cólera impregnada não lhes permite desbloqueá-los para fazer de uma simples redação ou artigo qualquer um prazer e a forma de ser feliz.
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