Em companhia do meu irmão Rui, sobrinho e filha, acabo de chegar de um
passeio pelo interior do município de Ibiraçu. Estivemos na mercearia de Rio
Lampê, hoje propriedade do ex-vereador do município Derval Fávero, adquirida de
Estevão Corona, este que se transferiu com a família para São Mateus, inclusive em companhia dos pais.
A cada dia que passa, as pessoas do interior, principalmente de Ibiraçu, estão
abandonando suas propriedades e se transferindo para os centros urbanos desta
região, onde as oportunidades de trabalho e de estudar os filhos são mais
amplas. Aracruz é o principal atraente neste contexto, mas a cidade de Ibiraçu
é a opção número um para moradia dos agricultores que deixam as propriedades rurais.
Na roça, as dificuldades são muitas. Por isso, os agricultores
estão optando por cultivar florestas de eucaliptos, que não dão tanto trabalho
como são os cultivos de café ou criação de animais. Floresta de eucalipto pode ser mantida a distância, bastando o
controle de formigas, que habitualmente atacam as árvores.
Há alguns meses, uma ponte sobre o rio Santa Maria, na localidade do mesmo nome, caiu. A prefeitura de Ibiraçu está tomando as providências e deverá inaugurar a nova ponte daqui algumas semanas, faltando somente colocar os vigas de concreto sobre ela, o que não é fácil. Recentemente uma draga reabriu o leito do rio Santa Maria, mas na oportunidade não colocou as vigas, porque as cabeceiras da ponte não estavam totalmente adequadas.
Ponte caída há vários meses é também outro motivo
que desanima os agricultores de Ibiraçu.
Ponte substituta feita pelos próprios
moradores,
ligando Rio Lampê a São Benedito, por onde se passa,
ou de motocicletas, ou então, a pé
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