quarta-feira, 11 de abril de 2012

MAIS REPRESENTANTES POLÍTICOS COM O MESMO DINHEIRO

Muitas vezes ouvimos as pessoas reclamarem que os representantes do Poder Legislativo (Senadores, Deputados e Vereadores) de todo o Brasil, ganham muito dinheiro e trabalham pouco. Por isso, acham que  uma Lei deveria diminuir o número de cadeiras.

Não acho que isso seja o correto. Pelo contrário!  A Lei deveria aumentar o número de cadeiras dos representantes, mas ratear o mesmo valor que é repassado ao Poder Legislativo respectivo entre representantes, aumentando-se desta forma a possibilidade  de  mais representatividade popular e abrindo novos postos de cargos públicos sem onerar os  cofres.

Exemplo.

Digamos que em Ibiraçu, todo mês seja repassado  para subsídios(antigo salário) dos Vereadores a quantia de  R$ 36 000,00(trinta e seis mil reais). Dividido  esse valor por  09(nove), que é  o atual número de Vereadores,  caberia  a cada um deles a quantia de R$ 4. 000,00(quatro mil reais).

Se os mesmos R$ 36. 000, 00(trinta e seis mil) fosse rateado entre 12(doze) Vereadores, caberia então a cada um a quantia de R$  3. 000,00(três mil reais), aumentado  desta forma, ainda,  a representação política nos bairros, além de dar mais empregos ou seja, três novos cargos com a mesma quantia de dinheiro público.

E assim sucessivamente se procederia, também,  no Senado,  na Câmara Federal e nas Assembleias, aplicando-se inclusive o mesmo método ao assessores(não aos efetivos), aumentando o  seu número com o mesmo  dinheiro repassado para os seus  subsídios.

Além disso, o  reajuste deve deixar de ser anual como é  hoje. O subsídio deveria ser por legislatura, ou seja, para quatro  anos de  mandato, estabelecido no  final de cada ano da  legislatura anterior, como é atualmente, somente com reajuste do índice inflacionário, como é para todos so  trabalhadores brasileiros.

Difícil  será nosso representantes legislativos apresentarem um projeto desta natureza. Poucos nesse mundo têm a coragem de legislar contra si próprio. Principalmente se o projeto  mexe em seus bolsos.



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