Quando menciono que pagava aluguel na "Parada Ibiraçu", faço para
justificar e me defender de comentários
maldosos que muitas pessoas de nossa cidade
fazem, querendo simplesmente me denegrir,
dizendo que sou doido e que joguei “uma máquina de fazer dinheiro fora”.
Deixo claro que nunca fui proprietário da "Parada Ibiraçu",
simplesmente paguei dois salários de
aluguel, durante cinco anos, tempo suficiente para me formar em Direto na FADIC de Colatina
e com o diploma ingressar no serviço público
onde estou há vinte anos, sem nunca ter
respondido uma única sumária sequer, por
que quem é honesto e odeia corrupção como
eu, não responderá jamais qualquer irregularidade. Não tenho
a mínima paixão por dinheiro, talvez seja essa a grande confusão que as
pessoas fazem por ter me desfeito do
aluguel da “Parada Ibiraçu”, que ainda é
da minha família, ou seja, de
minha irmã Rosângela e seu esposo
Ariel.
Quanto a minha transparência
profissional de servidor público, um canalha de São Mateus, que ocupou
o meu cargo, em outro concurso que passei para o Poder Judiciário, numa disputa de 405 candidatos por vaga,
inventou uma história querendo me
prejudicar para que eu não tomasse posse naquele concurso que ele e seus familiares influente no Tribunal de Justiça fizeram falcatruas, mesmo tendo passado licitamente. Ele
e seus familiares que fizeram a aludida falcatrua, já foram castigados por
suas lambanças, inclusive com cadeia.
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