Dois municípios da nossa região,
Aracruz e João Neiva, terão automaticamente novos prefeitos a partir do próximo
ano. Os atuais exercem os cargos conquistados com suas reeleições em 2008.
Nos outros dois, Ibiraçu e
Fundão, os atuais prefeitos poderão exercer os seus direitos personalíssimos de
se recandidatarem ao cargo que atualmente exercem, ou seja, somente os próprios
poderão serem candidatos, sendo defeso estender
esse direito à qualquer outra pessoa da família.
Em Fundão, diante da dança da
cadeira durante todo esse mandato, que teve o prefeito Marquinhos, seu vice e o Presidente da Câmara Municipal anterior que assumiu por algumas semana o Executivo, todos afastados pela Justiça, a incógnita de como
será o processo está exposta.
O atual Prefeito, que também era o Presidente da
Câmara, se tiver independência partidária tem chances e direito de colocar sua
candidatura na rua. E, neste sentido está trabalhando para disputar a vaga que
interinamente assumiu.
O mais provável em Fundão,
caso os prefeitos afastados não possam ser candidatos por eventuais problemas com a Ficha Limpa ou outros, é de que haverá mais de dois candidatos na
disputa, com possibilidades do número
chegar a quatro, se o quadro atual de muito
cacique persistir.
Em Ibiraçu, o município de
mais tradição política de todos da região, a tendência ao continuísmo dual eterno na disputa
praticamente se concretizou com a
reunião dos partidos de oposição ontem.
Adiou-se praticamente o
projeto de muitos em conquistar liberdade
política distante do acirrado fogo cruzado que novamente estar por vir. Sabemos desde já, apesar da possibilidade de um
nome novo ser o candidato, por melhor
que faça, estaremos dentro de uma democracia
limitada. Novo será somente o nome do candidato da oposição, mas a
mentalidade antiga tende a continuar em ambas as hipóteses. Vença a atual prefeita
a reeleição, que metas todos conhecemos, vença o novo candidato, mas desde já cercado dos velhos métodos políticos
conhecidos de sempre, com diferença somente no modelo de administrar, o que já seria uma solução nesse universo político insolúvel.
Nenhum comentário:
Postar um comentário