segunda-feira, 13 de maio de 2013
JUSTIFICANDO
Exclui a pesquisa. É com independência que devemos deixar as pessoas tomarem suas decisões administrativas. Aos que leram nossos quesitos, se forem da administração municipal, que façam deles algum proveito. A única exigência é que seja em prol de todos.
domingo, 12 de maio de 2013
VISITA
Quem visitou a "Cantina La Fonte" na última sexta-feira e gostou foi Cacau Furieri. Veio passar o dia das mães com sua digníssima mãe Loloi e aproveitar para rever amigos.
Apesar dos nossos confrontos ideológicos e filosóficos online, conversamos sobre várias coisas de nossa cidade.
O Parque da Biquinha é também parte da infância de Cacau, que nutre muito respeito pelo lugar, o qual ele é cônscio que está na música, na poesia e na história de Ibiraçu.
Abraços Cacau.
Apesar dos nossos confrontos ideológicos e filosóficos online, conversamos sobre várias coisas de nossa cidade.
O Parque da Biquinha é também parte da infância de Cacau, que nutre muito respeito pelo lugar, o qual ele é cônscio que está na música, na poesia e na história de Ibiraçu.
Abraços Cacau.
FILOSOFIA RURAL DE IBIRAÇU
Segundo nossa filosofia para assuntos agrários, "o inicio de uma administração pública é igual a uma vaca que cria. Sabe-se pelos coices das primeiras ordenhas se ela vai dar leite ou não vai. Se não der vai para o abate".
sexta-feira, 10 de maio de 2013
INOVAR SEMPRE
Este fim de semana a "Cantina La Fonte" estará inaugurando duas coisas simples mas relevante. O plantio de várias novas espécies de dezenas de plantas espalhados pelos jardins do Parque da Biquinha e um forno para assar pizza um pouquinho mais moderno para atender as pessoas com mais eficiência e qualidade. Quanto ao tempo, será também mais rápido, mas este fator não é uma necessidade básica, porque quanto mais se demora no Parque da Biquinha, mais as pessoas se contentam apreciando as inovações que estamos introduzindo.
Visite-nos!
Visite-nos!
quinta-feira, 9 de maio de 2013
PARA FRENTE É QUE SE ANDA
Os ventos democráticos estão dando sinais no PMDB de Ibiraçu. Algumas pessoas do partido, que é o mais tradicional na história da oposição no município e tem como Presidente Zé Pignaton, estão querendo se reunir para lançá-lo candidato a prefeito nas eleições municipais em 2016.
Se me procurarem para opinar, vou sugerir que o PMDB convide Naciene Modenesi para disputar como candidata a deputada as próximas eleições pelo partido, e desta forma nossa sociedade buscar maior e necessária interação. Quanto a candidatura de Zé Pignaton a prefeito em 2016, como trata-se de uma pessoa que se diz injustiçado politicamente, sempre sonhou com o posto de prefeito, e muito também já lutou pela educação de nosso município, é mais do que justo que este fato deva ser estudado, principalmente por nós da família, com muito carinho para assim manter independentemente nossa tradição de luta pelo progresso da nossa cidade, característica que se arrasta há mais de um século, ou seja, desde o início da nossa colonização no seio da família Pignaton em Ibiraçu, assim como a família Modenesi e tantas outras.
Se me procurarem para opinar, vou sugerir que o PMDB convide Naciene Modenesi para disputar como candidata a deputada as próximas eleições pelo partido, e desta forma nossa sociedade buscar maior e necessária interação. Quanto a candidatura de Zé Pignaton a prefeito em 2016, como trata-se de uma pessoa que se diz injustiçado politicamente, sempre sonhou com o posto de prefeito, e muito também já lutou pela educação de nosso município, é mais do que justo que este fato deva ser estudado, principalmente por nós da família, com muito carinho para assim manter independentemente nossa tradição de luta pelo progresso da nossa cidade, característica que se arrasta há mais de um século, ou seja, desde o início da nossa colonização no seio da família Pignaton em Ibiraçu, assim como a família Modenesi e tantas outras.
sábado, 4 de maio de 2013
PARQUE DA BIQUINHA - A ORIGEM DA SATISFAÇÃO
Córrego da
Biquinha. Água potável e cristalina que nasce quase no centro da cidade de Ibiraçu,
pela qual um dia toda sociedade precisará se mobilizar para juntos preservá-la
às próximas gerações. Um lugar sagrado de todos, o marco da nossa civilização.
Até o final do século XIX, quado começou a expansão habitacional urbana da
cidade de Ibiraçu, ocorrida com a colonização dos Imigrantes Italianos, o
córrego da Biquinha e os rios Perobas e Taquara-Açu formavam no encontro de
suas águas consideráveis baixadas alagadas, em sua maioria tomadas por taboas, uma
vegetação aquática natural desta região. Suas flores macias produziam uma paina, e com aquela fibra os habitantes que viviam em Ibiraçu, até recentemente, tanto brasileiros como imigrantes europeus, faziam travesseiros para o uso doméstico.
O assoreamento das várzeas que existiam onde hoje está
sediada a cidade de Ibiraçu teve início com a construção da estrada de
Ferro Vitória a Minas, quando gigantescas barreiras foram feitas por tratores nas proximidades
do hoje centro de Ibiraçu para o progresso da urbanização. Boa parte da terra removida foi espalhada nas margens dos rios e dentro das
várzeas.
Apesar do curto e pedregoso trecho que era o córrego da Biquinha integralmente, antes da construção da rodovia ES-257, nos quilômetros um e dois, que lhe soterrou e cortou ao meio, muitas vargens ladeavam o seu leito ornamentadas de taboas, as quais estendiam-se até a cabeceira do córrego, onde então iniciava a trilha que levava à Montanha do Firmiano, depois Morro do Vitor, agora Morro do
Encantado.
Outra trilha seguia em direção ao dorso de um pequeno morro que contornava a montanha do Firmiano e chegava em "Colina Burgo Escuro", onde viviam em comunidade algumas famílias negras que fabricavam artesanalmente o açúcar mascavo e que era levado em lombos de animais até o comércio de vila de Santa Cruz. De "Colina Burgo Escuro" a picada seguia pelo interior da densa florestas atlântica, e alcançava Cachoeiro Cumprido no rio da Prata, o que desce da localidade de Pedro Palácios, trecho que também foi cortado pela construção da estrada de ferro CVRD, voltando a fazer mais uma modificação profunda na geografia de Ibiraçu. Em Cachoeiro Cumprido somente se passava, tanto as pessoas como os animais de tropas, se fosse pelo interior do próprio leito. Do outro lado, margeava-se as corredeiras até chegar ao lugar hoje denominado Barragem, a então provável sede da fazenda "Cachoeira do Barro", instalada pelo veterano de guerra Aristides Armínio Guaraná, que ficava distante três ou quatro quilômetros do centro da cidade de Ibiraçu.
Poucos metros abaixo da sede da referida fazenda(pela qual estamos encetando estudos e pesquisas para nos certificar da veracidade mencionada pelo autor do artigo seguinte), atingia-se o nível da planície atlântica, e por consequência, praticamente o nível do mar, o que permitia aos moradores de Ibiraçu prosseguir a viagem de outra forma, tanto aos silvícolas, como negros, caboclos, nordestinos, e europeus(ordem natural), que habitavam está região de cidade quando ainda ela se chamava "Cond`Eu".
A partir daquele ponto hidrográfico, em pequenas embarcações, e por quase todo o trecho do rio Taquara-Açu, que a partir do encontro com o rio Perobas prossegue com esta denominação, depois rio Preto, em Aracruz, e, naquele mesmo município, chegava-se ao rio Santa Maria, depois Córrego Fundo, formando a partir desta localidade o majestoso e belíssimo estuário do Piraquê-Açu, onde então se encontra com as águas do mar.
Em muitos trechos do rio na planície atlântica a navegação com canoas era possíveis, tanto pelo leito no meio das densas matas que havia, como no leito do mesmo rio pelo interior das plantações de cana da fazenda Palmas, plantio que movimentava o engenho de açúcar do General Aristides Armínio Guaraná. Pouco adiante, a partir do Porto de Santana, pegava-se um trecho de água mais profunda em seu leito que permitia a navegação de barcos maiores, o qual era ladeado de mangues por todo o curso do estuário do Piraquê-Açu, a partir da localidade de Córrego Fundo e que só terminava em Vila de Santa Cruz, um porto comercial do litoral capixaba, muito importante no Brasil, tanto Colonial como Imperial.
ARISTIDES ARMÍNIO GUARANÁ
Quando
começou a Guerra do Paraguai (11/12/1864), ele estudava “tirocínio de armas e
engenharia”, indo imediatamente para o fronte. Foi ferido várias vezes e perdeu
o braço direito na batalha de Lomas Valentinas (21/12/1868), mas também recebeu
inúmeras condecorações, citações em ordens do dia e promoções. Ao fim da guerra
(1/3/1870) já era coronel, mas foi logo promovido a general.
Devido
à nova patente, passou a ser conhecido como “General Guaraná”, mas já era
apelidado de “Engenheiro Guaraná”, pois já exercia esta profissão até antes da
guerra, quando era apenas um estudante. Mas o apelido mais difundido era mesmo
o de “Caboclo Guaraná”, utilizado por amigos e contemporâneos.
Foi
depois da guerra que ele se bacharelou em Matemática e Ciências Físicas e
Naturais e concluiu seu curso de Engenharia Civil. Trabalhou como engenheiro da
Estrada de Ferro Dom Pedro II (hoje Central do Brasil) e, também como
engenheiro, à disposição das Províncias de Sergipe e Espírito Santo.
O
Caboclo Guaraná também atuou em diversas outras áreas, como o jornalismo e a
política, sendo até eleito deputado provincial duas vezes (1880-81 e 1882-83).
Falava fluentemente francês, espanhol, italiano e guarani.
Aqui,
seu maior empenho sempre foi pela implantação de novas povoações, para o que
contava com o apoio dos imigrantes italianos. Um dos mais destacados núcleos
criados por ele foi o que batizou de Conde d’Eu (hoje Ibiraçu), em homenagem ao
marido da Princesa Isabel e seu companheiro de armas na Guerra do Paraguai.
Quando o lugar ganhou foros de vila, recebeu o nome de seu criador: Vila de
Guaraná.
Em
1879, o Caboclo Guaraná casou com Duverlina Gabrielli, filha do imigrante
italiano Eduardo Gabrielli, que se tornou grande fazendeiro na região e foi o
primeiro intendente do município de Guaraná (Ibiraçu), quando se separou do de
Santa Cruz (Aracruz), em 11/9/1891. Aristides Guaraná e Duverlina tiveram
quatro filhos e quatro filhas.
Por
volta de junho de 1880, o General Guaraná passou o cargo de diretor da Colônia
de Santa Leopoldina ao engenheiro Luís Cavalcanti de Campos Melo, para montar o
“Engenho Central Guaraná”, de fabricação de açúcar, na Fazenda das Palmas, em
Córrego Fundo, às margens do Rio Piraqueaçu.
As
terras tinham sido adquiridas de seu sogro, que por sua vez, as tinha comprado
de Pietro Tabacchi. O local era passagem obrigatória dos italianos que chegavam
de seu país e Guaraná encontrou muitos deles, inclusive de expedições
anteriores, vivendo pessimamente. Ofereceu-lhes melhores condições de vida e
sobrevivência, como trabalhadores de sua indústria.
Como
o projeto de indústria de açúcar não deu o resultado esperado, em 1912, após
hipotecar a Fazenda das Palmas, Guaraná transferiu residência para o Rio de
janeiro, até porque era mais apropriado para a educação dos filhos.
Ele
tinha recebido convite para administrar o Cartório de Protesto de Letras, sendo
nomeado “serventuário vitalício” pelo Marechal Deodoro da Fonseca (proclamador
da República Brasileira em 15/11/1889), ao lado de quem também tinha combatido
no Paraguai.
E foi
no Rio de Janeiro que o notável herói brasileiro aracruzense faleceu, em 28 de
dezembro de 1927.
Como
foi encarregado de instalar a linha telegráfica, ia constantemente ao local
conhecido como Ribeirão (hoje Vila de Guaraná, em sua homenagem), onde ficava o
barracão de seus operários.
Pelo
itinerário que utilizava, passava sempre pelo local onde hoje fica a sede do
Município de Aracruz (Cidade de Aracruz), que naquele tempo, era mais fechada.
Conta-se que era atraído pela algazarra que faziam muitos macacos de grande
porte, que tinham seu ninho na região. Pelo tamanho dos bichos, batizou o local
da Sauaçu (em tupi-guarani: macaco grande).
As
histórias que contava sobre os macacos atraíram a atenção de muitos dos
trabalhadores de Córrego Fundo, principalmente imigrantes italianos, movidos
pela curiosidade de conhecer tal bicho (macaco), não existente em seu país de
origem.
Progressivamente,
os curiosos foram construindo casas e instalando suas famílias na região do
ninho dos tais macacos. Foram os primeiros movimentos de seres humanos no local
onde hoje está a Cidade de Aracruz, sede do Município de Aracruz.
Uma
detalhada descrição do projeto foi feita pelo padre Otávio das Chagas,
secretário do bispo Dom João Batista Correa Nery, durante uma viagem pastoral à
região, em 16 de junho de 1900:
“(...)
Francamente, não pensávamos que houvesse, por estas alturas, um homem bastante
corajoso para levar a cabo uma Empresa tão gigantesca.
Ao
entrarmos no ranchão das máquinas, grande foi a impressão que sentimos.
Imagine-se qual não seria, se o vapor, enchendo centenares de tubos, imprimisse
movimento àquelas enormes rodas e complicada correagem, no meio da azáfama de
103 empregados!
Sinto
que as ligeiras e deficientes notas que coligi não possam dar sequer uma idéia
do que seja esse estabelecimento industrial, primeiro no Espírito Santo e que
sem dúvida não encontra muitos competidores nos outros estados do Brasil.
A
primeira coisa que vê o visitante, logo à entrada, é uma comprida esteira de
taboas, dispostas horizontalmente e encaixadas nos elos de duas grandes
correntes.
Esta
esteira se prolonga para fora da casa e nela se deposita a cana que até aí é
conduzida dos canaviais em vagonetes.
Estando
a esteira em movimento como de correia, conduz logo a cana para uma moenda de
oito cilindros, onde se extrai todo o caldo, que é logo chupado por uma bomba,
subindo por grosso tubo até os 3 defecadores, de 26 hectolitros de capacidade
cada um.
Aí
recebe o caldo a primeira purificação, por meio de serpentina de vapor,
descendo a clarificar-se em 2 grandes filtros.
Dos
filtros sobe de novo para os três aparelhos chamados de tríplice efeito, onde
se reduz a xarope.
Estes
aparelhos apresentam a forma de três enormes garrafas de pé e postas em linha e
têm 200 metros quadrados de superfície de evaporação.
O
aparelho seguinte é o cozinhador no vácuo, de forma de um gigantesco garrafão e
com capacidade para 9 toneladas de massa cozida. Aí se cristaliza o xarope,
passando para o mexedor, que consta de 8 grandes depósitos.
5
turbinas, enfim, apuram o açúcar, que vai classificado para os diferentes
depósitos.
A
produção diária é de 200 a 300 sacos de açúcar cristalizado.
Há um
depósito que comporta 30.000 sacos.
A
parte azeda da cana passa para a destilaria, em uma casa à parte. Só se acha
montando por enquanto um alambique ‘ALEGRIA’, com capacidade de 6 pipas de
aguardente.
O
vapor que movimenta todos estes aparelhos é fornecido por três caldeiras
tubulares, de 80 tubos cada uma, com cinco atmosferas de vapor e força total de
375 cavalos.
É
ainda digna de nota a bomba hidráulica que conduz uma coluna d’água de 20
centímetros de grossura, acumulando na caixa 2 metros cúbicos por minuto.
Está
tudo disposto para que se possa trabalhar mesmo de noite, á claridade de 60
lâmpadas de luz elétrica.
É
diretor do Engenho o Sr. Francisco Janotta, hábil mecânico austríaco.
O
nome dos fabricantes de todos os aparelhos consta da seguinte inscrição que se
lê numa das faces da grande chaminé de 30 metros de altura, gravada em uma
chapa de ferro: ‘Engenho Central – fundado pelo Coronel Dr. Guaraná –
BRISSONEAU DÉROUALLE & ALSE LUTZ – Construtores, Nantes, França, Ano 1890 –
1891’.
Já
sobe a 1.200 contos a quantia dispendida na montagem do Engenho. É de se
esperar que breve comece o laborioso Sr. Coronel Guaraná a tirar o desejado
fruto do grande capital empregado.
Depois
de termos tudo examinado, procedeu o Bispo à benção do estabelecimento, finda a
qual foram o Sr. Coronel e seus filhos muito cumprimentados pelos assistentes
(...)”.
Outra trilha seguia em direção ao dorso de um pequeno morro que contornava a montanha do Firmiano e chegava em "Colina Burgo Escuro", onde viviam em comunidade algumas famílias negras que fabricavam artesanalmente o açúcar mascavo e que era levado em lombos de animais até o comércio de vila de Santa Cruz. De "Colina Burgo Escuro" a picada seguia pelo interior da densa florestas atlântica, e alcançava Cachoeiro Cumprido no rio da Prata, o que desce da localidade de Pedro Palácios, trecho que também foi cortado pela construção da estrada de ferro CVRD, voltando a fazer mais uma modificação profunda na geografia de Ibiraçu. Em Cachoeiro Cumprido somente se passava, tanto as pessoas como os animais de tropas, se fosse pelo interior do próprio leito. Do outro lado, margeava-se as corredeiras até chegar ao lugar hoje denominado Barragem, a então provável sede da fazenda "Cachoeira do Barro", instalada pelo veterano de guerra Aristides Armínio Guaraná, que ficava distante três ou quatro quilômetros do centro da cidade de Ibiraçu.
Poucos metros abaixo da sede da referida fazenda(pela qual estamos encetando estudos e pesquisas para nos certificar da veracidade mencionada pelo autor do artigo seguinte), atingia-se o nível da planície atlântica, e por consequência, praticamente o nível do mar, o que permitia aos moradores de Ibiraçu prosseguir a viagem de outra forma, tanto aos silvícolas, como negros, caboclos, nordestinos, e europeus(ordem natural), que habitavam está região de cidade quando ainda ela se chamava "Cond`Eu".
A partir daquele ponto hidrográfico, em pequenas embarcações, e por quase todo o trecho do rio Taquara-Açu, que a partir do encontro com o rio Perobas prossegue com esta denominação, depois rio Preto, em Aracruz, e, naquele mesmo município, chegava-se ao rio Santa Maria, depois Córrego Fundo, formando a partir desta localidade o majestoso e belíssimo estuário do Piraquê-Açu, onde então se encontra com as águas do mar.
Em muitos trechos do rio na planície atlântica a navegação com canoas era possíveis, tanto pelo leito no meio das densas matas que havia, como no leito do mesmo rio pelo interior das plantações de cana da fazenda Palmas, plantio que movimentava o engenho de açúcar do General Aristides Armínio Guaraná. Pouco adiante, a partir do Porto de Santana, pegava-se um trecho de água mais profunda em seu leito que permitia a navegação de barcos maiores, o qual era ladeado de mangues por todo o curso do estuário do Piraquê-Açu, a partir da localidade de Córrego Fundo e que só terminava em Vila de Santa Cruz, um porto comercial do litoral capixaba, muito importante no Brasil, tanto Colonial como Imperial.
ARISTIDES ARMÍNIO GUARANÁ
Nasceu em Laranjeiras (Sergipe) em
25/12/1843, filho de Leopoldo José Martins Guaraná e Ursulina Francisca dos
Santos Guaraná. Começou seus estudos na Bahia e continuou em seu estado-natal,
de onde foi para o Rio de Janeiro, em 1859, para ingressar como cadete na
Escola Militar.
Capixaba
Aristides Guaraná veio para o Espírito Santo
por ter sido nomeado, em 7 de setembro de 1877, diretor da Colônia de Santa
Leopoldina, que então abrangia os hoje município de Aracruz e Ibiraçu, região
por que tinha muito carinho.
Macacos
Guaraná instalou a residência de sua
família a dois quilômetros do local onde ficava o Engenho Central, no local
denominado Cachoeira do Barro, tudo dentro do perímetro da Fazenda das
Palmas.
“Gigantesca” fábrica de açúcar
Guaraná montou um dos maiores
empreendimentos industriais já registrados na história do Espírito Santo, com o
objetivo de fabricar açúcar para abastecer até mesmo o mercado externo. Pelos
registros existentes, se pode deduzir que o engenho, montado sob encomenda na
França, deve ter começado a funcionar no segundo semestre de 1891 e falido por
volta de 1910.
Portal do Parque da Biquinha
Parque da Biquinha - Habitat natural de pássaros como as Garças no centro de Ibiraçu, o que comprova a existência de peixes, além do crustáceo como visto recentemente, uma caranguejola
terça-feira, 26 de março de 2013
DESPEDIDA
A decisão de me distanciar dessa prática de estar escrevendo artigos sobre Ibiraçu aqui no IBIRA SUL(antes foram seis anos consecutivos no Ibirinha), está sendo tomada com total liberdade política, porque não assumi qualquer compromisso com a atual administração, portanto, não me sinto comprometido em colaborar com a divulgação de algumas necessidades públicas da nossa cidade, fatos e acontecimentos que enxergamos, muitas vezes que trazem rápidas respostas. Por mais carente que o IBIRA SUL tenha sido tecnicamente todo esse tempo,se tornou de utilidade pública. Mesmo com tudo, estarei sempre a disposição de colaborar de outras formas com a administração municipal, principalmente se o egocentrismo praticado por duas, três ou quatro pessoas venha a ser rompido, sem simultaneamente deixar de prosseguir com a obra literária sobre a civilização dessa região antes da chegada dos Imigrantes italianos, para a qual procuraremos as administrações pública municipais das cercanias, a empresa Fibria e outras que possam serem parceiras neo referido e principal evento cultural de um povo. Vou também me dedicar com muito mais carinho a 'Cantina La Fonte'(para poder honestamente oferecer um bom estudo para minhas filhas, portanto o escopo do nosso coletivo esforço no trabalho da Cantina), esta que provavelmente ganhará um Informativo bimensal para divulgar suas ações e eventos. Pretendo voltar a praticar minha religião, a católica, agora aparentemente menos conservadora, desenvolver a instalação de ranchos para atender o promissor turismo rural de Ibiraçu, ideia que pioneiramente lançamos aqui no IBIRA SUL, e definitivamente me afastar da política municipal de uma vez por todas até o ano que vem. Abraços e nosso agradecimentos a todos que nos visitaram. Estaremos sempre presentes para colaborar com Ibiraçu, sua gente e sua história, ainda que não literalmente pelos próximos meses, exceto as situações que explanamos.
Fiquem todos com Deus.
Abraços!
Fiquem todos com Deus.
Abraços!
CAMPEONATO
Hoje na padaria, pela primeira vez tive a oportunidade de ver no jornal A Tribuna a classificação do 'Cariocão'. Há alguns meses não leio esporte em jornais, por que a notícia que o Botafogo é 100% em todas as rodadas está em todos os lugares, praças, bares, igrejas, rádios, TV, escola, rua, Biquinha, etc, então não nos interessa ficar lendo. Mas pude observar que o Vasco está com ZERO na tabela.
Achei que está bom de mais para o bacalhau. Eu estava imaginando que estivesse com menos.
Achei que está bom de mais para o bacalhau. Eu estava imaginando que estivesse com menos.
segunda-feira, 25 de março de 2013
ANIVERSÁRIO
No próximo dia 29 de março, o IBIRA SUL estará fazendo um ano.
Estou feliz com as visitações, que chegaram a 586 em um único dia e que ultrapassaram
quarenta mil no total. Mesmo assim, estou pensando em suspender as publicações
dos artigos, pegar os quase mil e duzentos publicados neste primeiro ano, organizá-los
cronologicamente em pastas e arquivos e armazená-los como matéria prima para um
livro que pretendemos editar sobre a história do município de Ibiraçu e demais desta
região, anterior a chegada dos Imigrantes italianos, principalmente em João
Neiva e Aracruz. Um romance.
Vou convidar os educadores ibiraçuenses da língua portuguesa,
Silvestre Vicente(que há anos está trabalhando na elaboração de uma obra
literária também sobre Ibiraçu, o que sabemos ser uma tarefa árdua, demorada e
cansativa, motivo que talvez não poderemos contar com sua colaboração), Adilson
Furieri, Luzia Malovini e Geisa Cuzzuol Natale, para colaborarem com seus conhecimentos
técnicos do idioma pátrio e também com a história de Ibiraçu e região que conhecem, o que pretendemos publicar
nos próximos anos, tornando desta forma
do conhecimento de todos os fatos e acontecimentos que ainda não foram
oficialmente registrados e contados em nenhuma outra obra literária.
Com a colaboração dos exímios profissionais citados acima, acredito
que terei a oportunidade de realizar um sonho que tenho em mente e que muito me
acalora e atenta para realizá-lo. Talvez o que mais pretendo neste momento,
sentindo-me como um jovem vigoroso apaixonado pela conclusão de um fato que começou
nos últimos dias do ano passado numa viagem dentro de uma caminhonete para Aracruz em
companhia de uma pessoa maravilhosa, elegante, experiente e preparada, quando tive coragem de abrir o meu coração e segredo para confidenciar o que sinto e pretendo sobre a história em tela e outros assuntos, pessoa que admiramos e temos simpatia, o que nos energiza e nos inspira para a concretização dessa vontade, diante de sua sabedoria, simpatia e conhecimento. O fato se intensificou no último dia de 2012, quando prometi entre as
preces da ‘virada’ que iria prosseguir firme
a partir deste ano para realizar o sonho, quando então passei a fazer reflexões
profundas para chegar a conclusão que temos que prosseguir, aumentando e
melhorando a comunicação em busca do próprio sonho, ainda que por agora ele parece ser somente meu.
Estou lutando para criar chances de concretizar o ideal, mas
um pouco inseguro por que não estou visibilizando uma oportunidade firme, pois, como qualquer coisa complexa e de difícil concretização, o
rodeio ao núcleo do assunto sempre existe, por ser uma necessidade, o que nos obriga a manter a chama do
sonho distante do próprio alvo. As vezes inseguro e com medo de tudo dar errado, entrar numa zona de risco e nos deixar vulnerável, aborrecer, constranger, ficar aborrecido, o que tem me transformado em
um homem prudente e cauteloso nas investidas, por não querer decepcionar e ser decepcionado, jogando assim todas as chances da minha vontade de concluir o desejo para o ar.
A verdade é que a possibilidade de ter essa obra prima nos braços não tem
saído da minha cabeça um só momento, faltando somente oportunidades para
realizá-la. Vou continuar alimentando as esperanças de um dia - que esperamos não
ser tão distante -, realizar com carinho e muito amor esse objetivo o que tem atormentado
e mexido com o meu coração há alguns meses.
Quero estreitar a interação com as pessoas que poderão colaborar,
principalmente as citadas, além de outras que possam nos dar mais informações, seja
pessoalmente por aparelho celular, facebook, email, etc.
Me acostumei comparar o IBIRA SUL com o fruto fictício da ‘árvore Ibiraçu’, e que produz, no mínimo, somente de ano em
ano. Tenho mais três dias para decidir se continuaremos mantendo a publicação de
artigos diversos aqui no IBIRA SUL, enquanto passaremos deletá-los paulatinamente
do início e transformá-los em arquivos, matéria
prima para a edição do livro
sobre Ibiraçu e região.
Contudo, caso o nosso projeto de editar o livro não prospere dentro do tempo que pretendemos, podemos voltar com nova safra de frutos a partir do próximo mês de
março do ano que vem, ou até antes, se surgir os denominados frutos temporão, ou então, editar um informativo
impresso, ou, por fim, abandonar de uma vez a publicação de artigos no IBIRA SUL para me dedicar aos estudos e fazer pós graduação, depois do
ânimo que contrai ontem, quando consegui 46% numa prova para Delegado de Polícia do ES, após mais de seis anos sem abrir um livro.
O Certo que estou atraído pelas
coisas gostosas que Ibiraçu tem, da qual não estou conseguindo achar um caminho para desistir, restando-me assim prosseguir firme para a realização deste sonho e que todo dia mexe com o interior da gente. É como se fosse uma paixão profunda que carrega a bateria do nosso coração para continuar admirando estas coisas deliciosas da nossa cidade, principalmente sua gente e história.
Por isso que vou continuar investindo energia nesta obra literária, ainda que distante. Espero estar novamente um dia a vontade com a referida pessoa com quem viajei para Aracruz e me deixou super otimista, a qual não tenho como citar o nome por não estar autorizado, de modo que ela redobre os ânimos que me injetou para a realização desse sonho.
Estamos na expectativa de um novo encontro com a aludida pessoa para trocarmos maiores informações e avançarmos em direção do principal objetivo, que é a conclusão, mas que já me satisfaz mesmo antes de ter acontecido. Espero com nossa intenção poder interagir mais espontaneamente e com tranquilidade com as pessoas que nomeamos para colaborarem com a obra literária que pretendemos editar, a qual terá custo, trabalho e transtorno, mas que se bem feita satisfará. E para isso garanto que irei dar tudo de mim da melhor forma possível, de forma que a obra seja sempre lembrada. Contudo, não se trata de uma obsessão literária, mas uma forma de estancar uma carência que vejo no dia a dia da vida da nossa cidade, que seriam informações concentradas em uma única obra.
Acho que é preciso ser um bom hermeneuta para interpretar o que tentei explicar sobre a edição de um livro sobre Ibiraçu e os demais municípios da região, antes da chegada dos italianos. Bom! Para quem tem capacidade de entender e interpretar texto, pingo se torna letra.
Bom dia!
Por isso que vou continuar investindo energia nesta obra literária, ainda que distante. Espero estar novamente um dia a vontade com a referida pessoa com quem viajei para Aracruz e me deixou super otimista, a qual não tenho como citar o nome por não estar autorizado, de modo que ela redobre os ânimos que me injetou para a realização desse sonho.
Estamos na expectativa de um novo encontro com a aludida pessoa para trocarmos maiores informações e avançarmos em direção do principal objetivo, que é a conclusão, mas que já me satisfaz mesmo antes de ter acontecido. Espero com nossa intenção poder interagir mais espontaneamente e com tranquilidade com as pessoas que nomeamos para colaborarem com a obra literária que pretendemos editar, a qual terá custo, trabalho e transtorno, mas que se bem feita satisfará. E para isso garanto que irei dar tudo de mim da melhor forma possível, de forma que a obra seja sempre lembrada. Contudo, não se trata de uma obsessão literária, mas uma forma de estancar uma carência que vejo no dia a dia da vida da nossa cidade, que seriam informações concentradas em uma única obra.
Acho que é preciso ser um bom hermeneuta para interpretar o que tentei explicar sobre a edição de um livro sobre Ibiraçu e os demais municípios da região, antes da chegada dos italianos. Bom! Para quem tem capacidade de entender e interpretar texto, pingo se torna letra.
Bom dia!
domingo, 24 de março de 2013
TRANSCRIÇÃO FSP
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! E hoje de manhã fui à banca e pedi uma revista sem fotos da Sabrina Sato, da Xuxa, do Luciano Huck e da Adriane Galisteu. Aí me deram o "Almanaque do Tio Patinhas"! Rarará!
Festival de Piadas Prontas! Campo Grande News: "Cinema pornô fecha suas portas definitivamente e deixa clientes na mão". Vem pra internet! Rarará! "Prédio do SPC Rio deve R$ 300 mil e está com o nome sujo na praça." O SPC entrou pro SPC! Bem feito! "Homem com dois corações sobrevive a duplo ataque cardíaco." Cúmulo do azar! O cara tem dois corações e ambos infartam ao mesmo tempo.
E um amigo tá há tanto tempo sem transar que está tendo uma série de sonhos eróticos. Com a mulher! Rarará! E, na passeata Fora Feliciano, um gay levantou o cartaz: "Meu fiofó é laico". Rarará!
E os dois grandes babados da semana: Enem e Ades! Suco de maçã Ades contaminado por produtos de limpeza! Ou seja, uma sujeira! Ades virou A deus! Ops, Ardes! E o Sensacionalista: "Ades vai lançar novos sabores: chumbinho, cicuta, soda cáustica, naftalina e manga com leite". Manga com leite é o pior. Mortal! Minha avó jamais tomaria!
E a Ades vai lançar um novo suco: soja cáustica! E corre na internet uma fotomontagem da Claudia Raia injetando suco de maçã Ades na seringa assassina. A vilã injeta suco de maçã Ades nas vítimas!
E o Enem? Adorei as redações do Enem. Um colocou receita de Miojo e tirou 560! Outro escreveu o hino do Palmeiras e tirou 500. Ou seja, o Miojo ganhou do Palmeiras. Até o Miojo ganha do Palmeiras.
E Enem quer dizer Eu Não Estudo Mais. E MEC quer dizer Melhor Estudar em Casa. Ou então, Melhor Estudar Culinária! Rarará!
Como disse uma amiga: "Pra que estudar, se em três minutos dá pra fazer um Miojo". E o aluno que escreveu a receita de Miojo não tirou nota máxima porque esqueceu de misturar o tempero! Rarará!
Como disse uma amiga: "Pra que estudar, se em três minutos dá pra fazer um Miojo". E o aluno que escreveu a receita de Miojo não tirou nota máxima porque esqueceu de misturar o tempero! Rarará!
O povo do Enem no Miojo e o Mercandante traçando macarronada em Roma. Com aquele bigode estilo rodapé de periquita! Rarará! É mole? É mole, mas sobe!
O Brasil é Lúdico! Olha esta placa num trailer de cachorro-quente em Salvador: "Temos X Egg com ovo e sem ovo". Rarará! E esta outra no Rio: "Hoje! SULENTA Feijoada". E esta aqui: "COM SERTA SI CAÚSADOS para mulher e crianças". Rarará! No Brasil todo mundo escreve errado mas todo mundo se entende.
Nóis sofre, mas nóis goza! Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
quinta-feira, 21 de março de 2013
JUSTIFICANDO UM CORTE DE BARRANCO
Desde 1999, num terreno próximo a minha residência aqui na Biquinha, que pertencia ao senhor João Luis de Souza, a proprietária, através de um preposto, está tentando, com corte na barreira, acertar uns três ou quatro lotes para morar e negociar, o que não deixa de ser progresso para nossa cidade. A obra começa, ou seja, coloca-se o trator e as basculantes para transportar a terra, e logo após é embargada pelos órgãos públicos, tanto municipal como estadual, diante das reclamações, e com razão, dos moradores da avenida Cond´Eu e de outras pessoas que vão a Biquinha pegar água, diante da sujeira que a terra arrastada pelos pneus dos caminhões faz pela avenida e pela rua João Luis de Souza criando desta forma transtorno para se chegar a fonte e pegar água. Na última oportunidade que o proprietário recomeçou a obra, há dois ou três anos, foi novamente embargada por ausência de licença ambiental do órgão público competente.
A proprietária legalizou a documentação exigida, pagou a multa, e, há uma semana aproximadamente, recomeçou a retirada da terra para finalizar a construção dos lotes. Contudo, devido a forte chuva que caiu na última segunda-feira, novamente a obra foi suspensa, devido a lama que os caminhões que transportavam a terra arrastaram pelas ruas de Ibiraçu, o que na realidade não é bom para a imagem da nossa cidade, a qual foi removida pelo proprietário que deixou as ruas limpinhas.
Muitas pessoas recorrem a mim, perguntando o que seria melhor para contornar a situação. Digo aos que me perguntam, que se o proprietário está munido dos documentos exigidos, inclusive do IEMA, a municipalidade deveria apoiá-lo, ou seja, colocar algumas caçambas da prefeitura a disposição para transportar a terra que o trator pago pelo proprietário retira e acabar de uma vez com esse problema que se arrasta a uma década e meia. A parceria que clamo junto a municipalidade é uma ação justa, porque quando terminar de retirar a terra, será para sempre, porque na parte frontal do barranco que está sendo construído serão erguidas residências, que funcionarão como uma cortina para esconder essa ferida exposta na natureza que sempre existiu no centro de Ibiraçu, ainda que tenha aumentado com a retirada da terra que começou em 1999. Além de esconder o barranco com as residências que certamente serão construídas, os moradores delas terão que fazer a manutenção das águas que caem do alto do morro, o que hoje é uma obrigação do poder público municipal, mas que dificilmente cumpre em dia, pois, qualquer chuva que cai provoca erosão e o remanescente da lama fica por várias semanas pelas ruas. A proprietária do terreno que está sendo cortado fez um serviço de boa qualidade(que deveria ter sido feito pela municipalidade) e desviou 80% da água das enxurradas, evitando desta forma que as fortes águas continuasse totalmente seguindo para a avenida Cond´Eu, destruindo o calçamento, produzindo lama, ou poeira, quando seca, criando transtorno às pessoas que caminham pela rua João Luis de Souza, etc.
Portanto, acho que a municipalidade poderia ser parceira do proprietário na retirada legal do resto da terra que há para a construção dos lotes e acabar com esse martírio de uma vez por todas e para o resto da vida. Desde 1999 cinco tentativas e cinco embargos foram feitos, o que gerou despesa para a própria prefeitura que precisa designar várias trabalhadores ao local para remover a terra que toda a vida desceu no local que estamos citando. Portando, deixar a proprietária tocar a obra nesta oportunidade até o término, já que está legalmente autorizada, será o grande remédio e solução para todos nós de Ibiraçu. Inclusive se puder designar algumas caçambas de apoio para o transporte da terra seria mais do que justo, porque o que está sendo construído com a retirada do barranco pela proprietária do imóvel que está sendo cortado, parte do serviço é cabível a própria prefeitura, ou seja, evitar a descida de lama, como por exemplo ainda está acontecendo em frente ao prédio do Ministério Público da nossa cidade, na subida para o seminário, apesar do esforço da atual administração para solucionar o problema, conforme ontem lavou toda rua João Luis de Souza e outras de vários bairros.
O que é inaceitável é a obra aqui da Biquinha voltar a ser embargada, e daqui dois ou três anos os moradores de Ibiraçu terem que suportar tudo isso novamente pela 6ª vez. Será o cúmulo do acúmulo de terra na rua e de uma burocracia pública sem necessidades.
A proprietária legalizou a documentação exigida, pagou a multa, e, há uma semana aproximadamente, recomeçou a retirada da terra para finalizar a construção dos lotes. Contudo, devido a forte chuva que caiu na última segunda-feira, novamente a obra foi suspensa, devido a lama que os caminhões que transportavam a terra arrastaram pelas ruas de Ibiraçu, o que na realidade não é bom para a imagem da nossa cidade, a qual foi removida pelo proprietário que deixou as ruas limpinhas.
Muitas pessoas recorrem a mim, perguntando o que seria melhor para contornar a situação. Digo aos que me perguntam, que se o proprietário está munido dos documentos exigidos, inclusive do IEMA, a municipalidade deveria apoiá-lo, ou seja, colocar algumas caçambas da prefeitura a disposição para transportar a terra que o trator pago pelo proprietário retira e acabar de uma vez com esse problema que se arrasta a uma década e meia. A parceria que clamo junto a municipalidade é uma ação justa, porque quando terminar de retirar a terra, será para sempre, porque na parte frontal do barranco que está sendo construído serão erguidas residências, que funcionarão como uma cortina para esconder essa ferida exposta na natureza que sempre existiu no centro de Ibiraçu, ainda que tenha aumentado com a retirada da terra que começou em 1999. Além de esconder o barranco com as residências que certamente serão construídas, os moradores delas terão que fazer a manutenção das águas que caem do alto do morro, o que hoje é uma obrigação do poder público municipal, mas que dificilmente cumpre em dia, pois, qualquer chuva que cai provoca erosão e o remanescente da lama fica por várias semanas pelas ruas. A proprietária do terreno que está sendo cortado fez um serviço de boa qualidade(que deveria ter sido feito pela municipalidade) e desviou 80% da água das enxurradas, evitando desta forma que as fortes águas continuasse totalmente seguindo para a avenida Cond´Eu, destruindo o calçamento, produzindo lama, ou poeira, quando seca, criando transtorno às pessoas que caminham pela rua João Luis de Souza, etc.
Portanto, acho que a municipalidade poderia ser parceira do proprietário na retirada legal do resto da terra que há para a construção dos lotes e acabar com esse martírio de uma vez por todas e para o resto da vida. Desde 1999 cinco tentativas e cinco embargos foram feitos, o que gerou despesa para a própria prefeitura que precisa designar várias trabalhadores ao local para remover a terra que toda a vida desceu no local que estamos citando. Portando, deixar a proprietária tocar a obra nesta oportunidade até o término, já que está legalmente autorizada, será o grande remédio e solução para todos nós de Ibiraçu. Inclusive se puder designar algumas caçambas de apoio para o transporte da terra seria mais do que justo, porque o que está sendo construído com a retirada do barranco pela proprietária do imóvel que está sendo cortado, parte do serviço é cabível a própria prefeitura, ou seja, evitar a descida de lama, como por exemplo ainda está acontecendo em frente ao prédio do Ministério Público da nossa cidade, na subida para o seminário, apesar do esforço da atual administração para solucionar o problema, conforme ontem lavou toda rua João Luis de Souza e outras de vários bairros.
O que é inaceitável é a obra aqui da Biquinha voltar a ser embargada, e daqui dois ou três anos os moradores de Ibiraçu terem que suportar tudo isso novamente pela 6ª vez. Será o cúmulo do acúmulo de terra na rua e de uma burocracia pública sem necessidades.
EXPERIÊNCIA AGRÍCOLA EM IBIRAÇU
Quem está fazendo experiência com lavoura de verdura no município de Ibiraçu é Badinho Mattiuzzi. Está cultivando quiabo numa baixada próximo a estrada para Pedro Palácios, logo após o portal. A lavoura está um show, ainda que em pequena escala. Mas dependendo do resultado, Badinho pode fazer investimentos maiores neste setor agrícola.
Os alunos das escolas e creches municipais de Ibiraçu consomem mensalmente muito dinheiro com alimentos agrícolas. Boa parte do dinheiro é gasto com aquisição de verduras junto a produtores de outros municípios. É preciso valorizar o produtor rural de Ibiraçu a partir de ações públicas municipais, comprando-se produções para abastecimentos dos setores educacionais.
Sempre lembro aqui no blog que uma das pessoas mais poderosas economicamente de Itaguaçu cultiva inhame chinês, e de Itarana cultiva taioba. Em ambos os casos as lavouras são feitas nos morros e o resultado é fabuloso. Dezenas de pessoas trabalham na plantação, manutenção e colheitas das verduras.
Temos que descobrir nossa vocação econômica rural com experiência, conforme Badinho Mattiuzzi está lutando, praticamente sozinho e com pouco apoio. A persistência é o escopo para a vitória. Parabéns Badinho por sua iniciativa.
Os alunos das escolas e creches municipais de Ibiraçu consomem mensalmente muito dinheiro com alimentos agrícolas. Boa parte do dinheiro é gasto com aquisição de verduras junto a produtores de outros municípios. É preciso valorizar o produtor rural de Ibiraçu a partir de ações públicas municipais, comprando-se produções para abastecimentos dos setores educacionais.
Lavoura de quiabo feita por Badinho Mattiuzzi em Pedro Palácios.
Um exemplo de crença na agricultura de Ibiraçu
Temos que descobrir nossa vocação econômica rural com experiência, conforme Badinho Mattiuzzi está lutando, praticamente sozinho e com pouco apoio. A persistência é o escopo para a vitória. Parabéns Badinho por sua iniciativa.
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